Procuradoria-Geral investiga fraude de servidores sobre Imposto de Imóveis em Curitiba

Procuradoria-Geral investiga fraude de servidores sobre Imposto de Imóveis em Curitiba

A Procuradoria-Geral de Curitiba investiga suspeitas de fraude de servidores no Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). O inquérito apura irregularidades entre 2008 e 2013, que teriam gerado um prejuízo de R$ 972 mil à prefeitura. O esquema, que também é investigado pelo Ministério Público do Paraná, se utilizava de um código de ITBI, fornecido apenas em casos de processos judiciais, para desviar dinheiro.

Decisão do Tribunal de Justiça mantém Cid Vasques na Secretaria de Segurança até julgamento de recursos

Decisão do Tribunal de Justiça mantém Cid Vasques na Secretaria de Segurança até julgamento de recursos

Após a decisão do Ministério Público do Paraná, que negou o recurso de prorrogação da licença que permite que o procurador de Justiça, Cid Vasques, continue a frente da Secretaria da Segurança Pública do Paraná na tarde desta quinta-feira (26), o Tribunal de Justiça do Estado entrou com uma nova determinação no mesmo dia, que garante que o procurador se mantenha no cargo até que seja julgado definitivamente.

Cid Vasques consegue liminar e continua no comando da Secretaria de Segurança

Cid Vasques consegue liminar e continua no comando da Secretaria de Segurança

Através de liminar, o procurador de Justiça, Cid Vasques, garantiu permanência na Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp). Na última quarta-feira (18), Vasques entrou com o pedido no Tribunal de Justiça para que a decisão do Conselho Superior do MP-PR, que negou a renovação de sua licença, fosse revista. O desembargador José Augusto Aniceto Gomes, analisou o pedido e concedeu a liminar no mesmo dia, permitindo o afastamento de Vasques do MP-PR em 2014.

Atuais e ex-Vereadores terão que devolver superaumento de salários

Hoje um grupo de vereadores recebeu uma notícia nada animadora, para eles é claro. Alguns foram procurados por um oficial na própria Câmara e comunicados pelo Ministério Público que cada um dos que fizeram parte da gestão de 2002 a 2004 terá que devolver cerca de R$ 80 mil aos cofres públicos. Dinheiro a mais que que encheu os bolsos dos parlamentares depois de um reajuste de 53% que concederam a si mesmos no período.